Archive for July, 2007
07.31.07
Posted in Robotic [Robótica], Biographies [Biografias] at 4:13 pm by Renato Cristofoleti
Isaac Asimov, em russo ????? ??????, (Petrovichi, 2 de Janeiro de 1920 — Nova Iorque, 6 de abril de 1992) foi um escritor e bioquímico famoso como popularizador da ciência e como autor de ficção científica, sendo suas séries mais populares Fundação e Robôs. Nesta última criou as famosas Três Leis da Robótica.
Asimov é autor de livros de divulgação sobre praticamente todos os campos do conhecimento e foi um dos homens mais cultos do século XX. Seu QI foi estimado em cerca de 175. Sabe-se que obteve um escore 135 no teste Eisenck, mas resolveu o teste inteiro na metade do tempo. Foi presidente honorário da Mensa, uma associação para pessoas superdotadas que conta com membros de 100 países.
Sua obra de ficção destaca-se por introduzir ao leitor leigo conhecimentos científicos e a idéia do método científico.
FONTE DE PESQUISA: http://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Asimov
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Posted in Robotic [Robótica] at 3:55 pm by Renato Cristofoleti
As Três Leis da Robótica são leis que foram elaboradas pelo escritor Isaac Asimov em seu livro de ficção I, Robot (”Eu, Robô“) que dirigem o comportamento dos robôs. São elas:
- 1ª lei: um robô não pode fazer mal a um ser humano e nem, por inacção, permitir que algum mal lhe aconteça.
- 2ª lei: um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, excepto quando estas contrariarem a primeira lei.
- 3ª lei: um robô deve proteger a sua integridade física, desde que com isto não contrarie as duas primeiras leis.
Mais tarde foi introduzida uma “lei zero“: um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por inacção, permitir que ela sofra algum mal. Desse modo, o bem da humanidade é primordial ao dos indivíduos.
A chamada lei zero, porém, tem o sério problema de transferir ao robô o poder (possibilidade) de avaliar, diante das situações concretas, se o interesse da humanidade se sobrepõe ao interesse individual. Tal possibilidade abre uma perigosa brecha para a ditadura das máquinas, que elegeriam por si qual é o bem maior, sendo-lhe permitido, inclusive, fazer o mal a um ser humano (indivíduo), caso entendam que isso é melhor para a humanidade. Por essa razão, a chamada lei zero da robótica é questionada e sua existência não é um consenso.
FONTE DE PESQUISA: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%AAs_Leis_da_Rob%C3%B3tica
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Posted in Robotic [Robótica] at 3:52 pm by Renato Cristofoleti
O termo robótica refere-se ao estudo e à utilização de robots. O termo surgiu pela primeira vez pelo cientista americano e escritor, Isaac Asimov, que nasceu a 2 de janeiro de 1920 e faleceu a 6 de abril de 1992. Asimov escreveu prodigiosamente sobre uma vasta diversidade de disciplinas e objectos. Ficou célebre pelos seus trabalhos de ficção científica, sendo “I, Robot”, em 1950, “The Foundation Trilogy”, em 1951-52, “Foundation’s Edge”, em 1982, e “The Gods Themselves”, em 1972, alguns dos seus melhores trabalhos. Este último trabalho granjeou-lhe dois prémios em simultâneo: o “Hugo” e o ” Nebula”. A palavra robótica foi usada pela primeira vez no ” Runaround”, uma pequena história publicada em 1942. Tomado como provável que os robots viessem a ter inteligência, Isaac Asimov formulou três leis, às quais acrescentou, mais tarde, uma quarta, a “lei zero”, que passo a citar:
“Law Zero”- «A robot may not injure humanity, or through inaction, allow humanity to come to harm.»
“Law One”- «A robot may not injure a human beings, or, trough inaction, allow a human being to come to harm, unless this would violate a higher order law.»
” Law Two”- «A robot must obey orders given it by human beings, except where such orders would conflict with a higher order law.»
” Law Three”- «A robot must protect its own existence as long as such protection does not conflict with a higher order law.»
A robótica tem como objectivo a automatização de tarefas que podem ser executadas pelo homem. Por sua vez, a palavra robot deriva do checo e significa trabalho forçado. O termo, com a actual interpretação, foi inventado pelo escritor Checoslovaco, Karel Capek em 1920, como já foi mencionado na História da Robótica. De uma forma simplista, um robot é uma máquina que, capaz de acções independentes, realiza uma dada tarefa, sem ser continuamente supervisionado por um operador humano, em contraste com uma máquina comandada à distância que necessita de alguém para controlar o seu movimento. É vulgar chamar-se autómato a todo o tipo de robot, tentando generalizar um nome que teve a sua origem em bonecos mecânicos altamente sofisticados e implementados no século XVII.
O desenvolvimento tecnológico da microelectrónica, acompanhado do avanço imparável do software- linguagens e programas de computador - colocam-nos perante a chamada “Inteligência Artificial” num estágio já muito evoluído, que permite que um computador adquira conhecimentos da sua própria experiência, o que faz parecer que um robot se comporta com inteligência. Contudo um robot não pode pensar como nós, humanos fazemos.
Mais sobre Robótica e IA: http://www.nmsi.ac.uk/
FONTE DE PESQUISA:
http://www.citi.pt/educacao_final/trab_final_inteligencia_artificial/robotica.html
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Posted in Robotic [Robótica] at 11:04 am by Renato Cristofoleti
Robôs de pesquisa são os verdadeiros Transformers
Terça, 31 de julho de 2007, 09h01
Fui apresentada ao meu primeiro robô sociável em uma tarde ensolarada de junho. O robô, desenvolvido pelos alunos de pós-graduação do Instituto de Tecnologia do Massachusetts (MIT), se chama Mertz. Por trás de seus olhos, se escondiam câmeras sensoras, programadas para detectar rostos; ao encontrar o meu, o robô supostamente deveria “olhar” diretamente para mim e iniciar uma conversa. Mas Mertz estava em pane naquele dia, e uma das projetistas, uma jovem morena chamada Lijin Aryananda, estava tentando descobrir o que havia de errado com ele.
O robô consiste de uma cabeça metálica instalada sobre um pescoço flexível. Sua voz, gerada por computador, tem um tom infantil, e as sobrancelhas instaladas sobre seus olhos de bolas de pingue-pongue são expressivas - um detalhe criado para fazer com que os interlocutores humanos se divirtam conversando com o robô. Mas quando alguma coisa enguiça em seu código de computação, Mertz dispara a falar como uma boneca dotada de voz funcionando sob efeito de anfetaminas.
Enquanto Aryananda mexia no computador que aciona o robô, eu mantinha um sorriso polido - que percebi se dirigir tanto ao robô quanto aos seus criadores - e pensava com meus botões que “se essa coisa resmungar de novo que estou longe demais, vou torcer seu pescoço”.
No Grupo de Robótica Humanóide do MIT, as qualidades “humanóides” do autômato podem incluir falibilidade e uma personalidade resmungona, além de traços físicos como cabeça, braços e torso. As primeiras encarnações disponíveis dos robôs sociáveis oferecem no mínimo algumas indicações sobre as maneiras pelas quais poderemos usar robôs dentro de 30 anos.
Para que possa ser qualificada como robô sociável, dizem os cientistas que trabalham na área, uma máquina precisa ser tanto situacional quanto corpórea. A condição situacional significa que ela seja capaz de sentir seu ambiente e responder a ele; ser corpórea significa a posse de um corpo físico por intermédio do qual ela experimenta o mundo. Os robôs sociáveis também precisam exibir alguma compreensão sobre os seres sociáveis.
O esforço por produzir robôs sociáveis surge de dois fatores de estímulo. Um deles é pragmático. Os robôs deveriam ser projetados de maneira a que se acomodem muito naturalmente às vidas das pessoas comuns. O outro é mais teórico. Caso seja possível projetar um robô para aprender da mesma maneira natural que as criaturas fazem, o ramo da inteligência artificial seria consideravelmente beneficiado.
Rodney Brooks, que dirigia até recentemente o Laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT, decidiu em 1993 que desenvolveria um novo robô, invertendo o processo dominante nas pesquisas da época. Ele abandonou a idéia de que as máquinas deveriam dispor de um sistema cognitivo, e se concentrou em equipá-las com sentidos e torná-las capazes de ação. O Cog, criado em 1993 e desenvolvido nos 11 anos posteriores, foi criado para aprender como se fosse uma criança, com base em impulsos sensórios e motores.
Já Cynthia Breazal, que começou a trabalhar com Brooks como aluna de pós-graduação, em 1990, depois de cuidar de boa parte do trabalho básico de computação do Cog, decidiu que seu projeto de doutorado seria a criação de um novo robô sociável. O projeto ganhou o nome de Kismet, e se tornou o mais expressivo dos robôs sociáveis construídos até então, dada sua capacidade de expressar algumas emoções básicas por meio de mudanças em sua expressão facial - ou seja, posição dos olhos, lábios, sobrancelhas e orelhas de papel cor-de-rosa.
Acionado por 15 computadores funcionando em paralelo, o Kismet funcionava mais por aprendizado social do que em modo cognitivo. O robô foi dotado da capacidade de reconhecer objetos de cores brilhantes, e de reagir à presença deles com uma expressão entusiasmada. Na ausência de estímulos, ele assumia uma expressão entediada. Quando os cientistas começaram a acenar com objetos coloridos para o aparelho, surgiu um desdobramento inesperado: o robô reconhecia os objetos e demonstrava entusiasmo; os seres humanos, animados com a reação, redobravam seus esforços de exibição do objeto. Com isso, era estabelecido um loop de retroalimentação social semelhante ao que surge quando uma pessoa brinca com um bebê.
Em 1994, o filosófo Daniel Dennett publicou um estudo no qual debatia a probabilidade de construir um robô consciente. A conclusão dele era de que isso seria improvável, pelo menos no sentido de um robô consciente tal qual os seres humanos o somos. Mas ele mencionou o Cog, e atribuiu ao robô o crédito por pelo menos uma forma de consciência: a consciência quanto a seus próprios estados.
A consciência dos robôs, ao que parece, poderia ser relacionada a duas áreas: o aprendizado (capacidade de pensar, raciocinar, criar, generalizar e improvisar) e a emoção (a capacidade de sentir). Já foi constatado aprendizado robótico: gradativamente, as máquinas adquirem por aprendizado capacidades além daquelas que tinham inicialmente.
Mas e a emoção? Emoção é um atributo que tendemos a considerar essencialmente humano, algo que admitimos apenas com relutância se aplique a animais como cachorros ou golfinhos. Mas há quem acredite que a emoção é possível para os robôs, pelo menos teoricamente. Brooks chega a dizer que emoção robótica já pode ter ocorrido - ou seja, que os robôs Cog e Kismet não só exibiam emoções como, em certo sentido, as experimentaram.
“Somos todos máquinas“, ele me disse, em uma conversa em seu escritório, no MIT. “Os robôs são produzidos de componentes diferentes dos nossos - matéria biológica, para nós, silício e aço, para eles -, mas em princípio até mesmo a emoção humana segue princípios mecânicos“. O nível de um sentimento como a tristeza poderia ser estabelecido como código numérico em um robô. Mas será que nos seres humanos a tristeza também não seria um número, representando as quantidades de determinados produtos neuroquímicos em circulação no cérebro? Por que os números de um robô deveriam ser considerados menos autênticos que os humanos?
“Se a explicação mecanicista está correta, seria possível produzir uma máquina viva“, ele diz, sorrindo. Isso explica um de seus grandes objetivos de longo prazo: criar um robô que as pessoas tenham pena de desligar.
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times Magazine
Leia esta notícia no original em:
Terra - Tecnologia
http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1799591-EI8328,00.html
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Posted in Biographies [Biografias] at 10:28 am by Renato Cristofoleti
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Edsger Wybe Dijkstra (Roterdã, 11 de Maio de 1930 — Nuenen, 6 de Agosto de 2002;) foi um cientista da computação neerlandês conhecido por suas contribuições nas áreas de desenvolvimento de algoritmos e programas, de linguagens de programação (pelo qual recebeu o Turing Award de 1972 por suas contribuições fundamentais), sistemas operacionais e processamento distribuído.
A pronúncia aproximada em português para Edsger Dijkstra é étsrrar déikstra.
Entre suas contribuições para a ciência da computação está incluído o algoritmo para o problema do caminho mínimo (também conhecido como algoritmo de Dijkstra), o sistema operacional THE e a construção de semáforos para coordenar múltiplos processadores e programas. Outro conceito desenvolvido pelo cientista foi a auto-estabilização na área de sistemas distribuídos, uma forma alternativa de garantir a confiança de um sistema.
O cientista também foi conhecido por seus ensaios sobre programação, tendo sido o primeiro a alegar que programação é tão inerentemente difícil e complexa que os programadores precisam realizar qualquer abstração possível para gerenciar a complexidade com sucesso.
EWD
Dijkstra tinha como hábito de compor manuscritos com sua caneta-tinteiro, chamados “EWD“. Distribuía fotocópias entre os seus colegas, e como as cópias eram redistribuídas, os “EWD” espalharam-se pela comunidade internacional de ciência da computação. Os tópicos mais abordados eram ciência da computação e matemática, mas também incluía relatórios de viagem, cartas e palestras. Mais de 1300 EWD foram digitalizados, e estão disponíveis nos arquivos de Dijsktra na Universidade do Texas.
“Ciência da computação tem tanto a ver com o computador como a Astronomia com o telescópio, a Biologia com o microscópio, ou a Química com os tubos de ensaio. A Ciência não estuda ferramentas, mas o que fazemos e o que descobrimos com elas.”
Trabalhos relacionados ao autor arquivados na Universidade do Texas (em inglês)
Bigrafia completa na Wikipedia
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